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 DUAS COIS QUE EU ODEIO: 1.• Ler Manual (pego o produto e jogo o manual no lixo de imediato). Pra mim é inútil. Vou aprender  a mexer no produto na porrada. Senão jogo no lixo o item. Já fiz com uma impressora 🖨 que ficava falando comigo e mandava e-mails (joguei no lixo com maior prazer).; 2.• Não leio bula de medicamentos. Pergunto do farmacêutico como usar. Odeio produto cheio de frescura. Xarope com segurança pra criança não abrir nem compro aquela porra. Agora tem uns que você vou rasgar pra usar o comprimido 💊  e não rasga. Tem uma colagem que é uma merda pra tirar e depois precisa de uma tesoura ✂️ pra cortar. Odeio ler bulas e jogo no lixo na mesma hora. É interessante que tem psicólogos que gostam de se meter na área da medicina. Eu não me meto e não é do meu interesse. Cada um na sua área específica.
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● Com uma mistura de medo e desejo, as palavras que vejo me lembram ardente paixão. ● Me dê as mãos e me leva de volta ao meu corpo, pra recomeçar e de tanta energia em sincronia gerar curto circuito, crise convulsiva de Vênus . Meu bem, de tanto querer reprimido, contido. Só com você pra ser mais que perfeito.
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● Desejo uma boa noite de sono a quem têm sonhos pendentes, pedindo todos os dias; E que a harmonia possa envolver cada pensamento em descanso. Para amanhã viver intensamente a sua vida!Julio Aukay
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Boa noite, poesia! Quis deixar mais uma parte de mim Antes que amanhecesse o dia. Kelvin Martins. 
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Noite Apressada Era uma noite apressada depois de um dia tão lento. Era uma rosa encarnada aberta nesse momento. Era uma boca fechada sob a mordaça de um lenço. Era afinal quase nada, e tudo parecia imenso! Imensa, a casa perdida no meio do vendaval; imensa, a linha da vida no seu desenho mortal; imensa, na despedida, a certeza do final. Era uma haste inclinada sob o capricho do vento. Era a minh'alma, dobrada, dentro do teu pensamento. Era uma igreja assaltada, mas que cheirava a incenso. Era afinal quase nada, e tudo parecia imenso! Imensa, a luz proibida no centro da catedral; imensa, a voz diluída além do bem e do mal; imensa, por toda a vida, uma descrença total! David Mourão-Ferreira, in "À Guitarra e à Viola".
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