Luz do sol Que a folha traga e traduz Em verde novo Em folha, em graça, em vida, em força, em luz Céu azul que vem Até onde os pés tocam a terra E a terra inspira e exala seus azuis Reza, reza o rio Córrego pro rio e o rio pro mar Reza a correnteza, roça a beira, doura a areia Marcha o homem sobre o chão Leva no coração uma ferida acesa Dono do sim e do não Diante da visão da infinita beleza Finda por ferir com a mão essa delicadeza A coisa mais querida, a glória da vida Luz do sol Que a folha traga e traduz Em verde novo Em folha, em graça, em vida, em força, em luz Fonte: LyricFind Compositores: Caetano Emmanuel Viana Teles Veloso.
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Eu tirei algumas fotos e enviei para o Hiroshi e Joana. Realmente me incomoda. Choveu muito por aqui. Convidei o Amigo Ronaldo Cabral Marques e logo em seguida foi trabalhar. Vou ligar pra mãe dele e dizer que ele tá bem! Só fiz a farofa e o arroz de Braga. O bacalhau e o lombo suíno foram feitos pela Dona Joana. O pudim de cupuaçu foi a Messody. O bolo de abacaxi foi da Amiga Waleska Rabelo. 🎄🎅🎁
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"Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz." Isaías 9:6 NVI O melhor presente que o mundo já recebeu, a maior prova de amor que a história já viu: É Ele o nosso Salvador Cristo Jesus! Desejo-te um feliz natal cheio de saúde, paz e gratidão ao lado das pessoas você ama!🎄
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I Na areia da praia Oscar risca o projeto. Salta o edifício da areia da praia No cimento, nem traço da pena dos homens. As famílias se fecham em células estanques. O elevador sem ternura expele, absorve num ranger monótono substância humana. Entretanto há muito se acabaram os homens ficaram apenas tristes moradores. II A vida secreta da chave. Os corpos se unem e bruscamente se separam. O copo de uísque e o blue destilam ópios de emergência. Há um retrato na parede, um espinho no coração uma fruta sobre o piano e um vento marítimo com cheiro de peixe, tristeza, viagens… Era bom amar, desamar, morder, uivar, desesperar era bom mentir e sofrer Que importa a chuva no mar? a chuva no mundo? o fogo? Os pés andando, que importa? Os móveis riam, vinha a noite, o mundo murchava e brotava a cada espiral de abraço. E vinha mesmo, sub-reptício, em momentos de carne lassa, certo remorso de Goiás. Goiás, a extinta pureza… O retrato cofiava o bigode. III Oh que saudades...